Portaria Virtual em Embu das Artes

Portaria Virtual em Embu das Artes

Como funciona a Portaria Virtual Remota e Inteligente

Monitoramento 365 dias por ano 24 horas por dia

Acima de tudo a Portaria Virtual em Embu das Artes é um sistema de monitoramento remoto para condomínios, ou seja, o atendimento é feito em uma central à distância.

O morador tem um controle de acesso que consequentemente libera a entrada e saídas do condomínio sendo por garagem ou portão de pedestres.

Finalmente visitantes e prestadores de serviços assim que liberados pelo morador, são cadastrados e sua entrada é liberada com total segurança.

Veja como funciona o sistema com a Portaria Virtual em Embu das Artes:

Entrada de Moradores no condomínio com Portaria Virtual em Embu das Artes

  1. Primeiro Portão de acesso de moradores: conta com um equipamento 3 em 1 o morador entra usando o reconhecimento facial, biometria ou tag.
  2. Segundo Portão de acesso de moradores: conta com um equipamento alfanumérico (teclado) que funciona tanto com senha de 4 dígitos ou tag.

Saída de Moradores no condomínio com Portaria Virtual em Embu das Artes

  • 1° e 2° Portão de saída com Portaria Virtual em Embu das Artes: conta com um equipamento alfanumérico (teclado) que funciona tanto com senha de 4 dígitos ou tag.

Os moradores são previamente cadastrados e assim, como resultado, contam com acesso automático, pois sua identificação ocorre por meio de dispositivos que permitem sua circulação como por exemplo Cartão de aproximação (Tag), reconhecimento facial ou Biometria.

Entrada de Visitantes ou Prestadores de Serviços com Portaria Virtual em Embu das Artes

  • 1° Portão: conta com interfone (porteiro Voip), destinado a identificar a pessoa que pretenda entrar nas dependências do edifício;
  • A central de atendimento: é responsável pela identificação do visitante, assim como pelo cadastro.
  • A central entra em contato com o morador e conforme a resposta obtida, abrirá ou não os portões, remotamente.

Saída de Visitantes ou Prestadores de Serviços com Portaria Virtual em Embu das Artes

  • Portão de saída: conta com interfone (porteiro Voip), destinado a identificar o visitante na saída do edifício.

Entrada de Veículos com Portaria Virtual em Embu das Artes

  • Os portões de veículos contam com um controle de acesso anti clonagem onde fica registrada a entrada e saída de cada veiculo.

O monitoramento é realizado 24 horas por dia e para tanto, faz uso dos seguintes equipamentos, dentre outros:

  • Câmeras de segurança;
  • Porteiro Voip;
  • Alarmes eletrônicos;
  • Cercas elétricas;
  • Interfones;
  • Software

Com a Portaria Virtual em Embu das Artes, o controle de acesso ao condomínio é realizado à distância por funcionários especializados, em uma central de atendimento própria. A eliminação da necessidade de funcionários na portaria e a tecnologia de ponta em controle de acesso oferecem:

A Portaria Virtual em Embu das Artes é Remota e Inteligente.

Acima de tudo nosso serviço de Portaria Virtual se destaca através da implantação de Projetos Inteligentes e Personalizados, os quais garantem a eficiência em cada solução onde são aplicados.

Otimizamos os recursos reduzindo custo e criando o gerenciamento de acesso com relatórios, gravações e armazenamento das imagens e áudio.

Atendemos Condomínios, Prédios e Edifícios com
Portaria Virtual em toda Grande São Paulo SP

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Conheça um pouco de Embu das Artes

Até o século XVI, a região era habitada pelos índios tupiniquins.Em 1554, um grupo de jesuítas fundou o aldeamento de Bohi, depois M’Boy Mirin, a meio caminho do mar e do sertão paulista. Como todas as missões jesuíticas no interior do Brasil de então, esta tinha objetivos missionários e pretendia catequizar os índios locais, aproveitando-os também como força de trabalho para as fazendas que se foram criando na região.

Em 1607, as terras da aldeia passam para as mãos de Fernão Dias (tio do bandeirante Fernão Dias, o Caçador de Esmeraldas), mas, poucos anos mais tarde, em 1624, foram doadas à Companhia de Jesus. Em 1690, o Padre Belchior de Pontes iniciou a construção da Igreja do Rosário, transferindo, ao mesmo tempo, o núcleo da aldeia original. Já no século XVIII, entre 1730 e 1734, os jesuítas construíram a sua residência anexa à igreja, formando um conjunto arquitetônico contínuo de linhas retas e sóbrias. Mas, em 1760, por ordem da Coroa Portuguesa, os jesuítas foram expulsos do Brasil. A região fazia parte do antigo município de Santo Amaro, e posteriormente do município de Itapecerica da Serra. Embu foi elevada à categoria de município em 1959, quando se emancipou de Itapecerica da Serra.

Artes

A vocação artística da cidade começou a projetar-se em 1937, quando Cássio M’Boy, santeiro de Embu, ganhou o Primeiro Grande Prêmio na Exposição Internacional de Artes Técnicas em Paris. Já antes, no entanto, Cássio foi professor de vários artistas e recebia em sua casa expoentes do Movimento Modernista de 1922 e das artes em São Paulo, incluindo Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia, Alfredo Volpi e Yoshiya Takaoka.

A Cássio M’Boy, seguiu-se Sakai de Embu, que começou por ser discípulo de Cássio e veio a ser reconhecido internacionalmente como um dos grandes ceramistas-escultores brasileiros. Sakai forma um grupo de artistas plásticos ao qual pertence Solano Trindade.

Este chegou a Embu em 1962 e trouxe, consigo, a cultura negra, congregando um grupo de artistas em seu redor e introduzindo a tradição dos orixás.

A tradição artística da cidade institucionaliza-se e ganha projecção dentro e fora do Brasil em 1964, com o Primeiro Salão das Artes. Paralelamente, a partir dos finais dos anos 1960, a cidade passou a ser polo de atracção para hippies, que expunham os seus trabalhos de artesanato nos finais de semana, dando origem à Feira de Artes e Artesanato, que se realiza todos os fins de semana desde 1969 e que é um dos principais motores da projecção turística da cidade.

Nomenclatura

Em 23 de Outubro de 2009, o prefeito de Embu das Artes, Chico Brito, deu início ao processo para que Embu fosse, oficialmente, chamada de Embu das Artes. Em 25 de novembro, o prefeito e o vice deram início ao ato pró-plebiscito para a coleta de assinaturas.

Para que o município recebesse o sobrenome “das Artes”, foi necessária a realização de um plebiscito em que ao menos um por cento dos eleitores deveriam participar. O plebiscito foi anexado a um projeto de lei que foi enviada pelos poderes executivo e legislativo embuense para sanção do prefeito. Em seguida, o documento foi protocolado no Tribunal Regional Eleitoral, que convocou uma eleição para mudança do nome.

Segundo o prefeito, a oficialização do município para Estância Turística de Embu das Artes foi para que a cidade tivesse sua identidade e que não fosse mais confundida com Embu-Guaçu.

As três primeiras assinaturas do abaixo-assinado foram de Chico Brito (prefeito de Embu das Artes), Annis Neme Bassith (um dos articuladores da emancipação do município) e Silvino Bomfim (presidente da câmara municipal), que declarou:

“ Isso é um desejo da população e dos vereadores. Dificilmente você vai encontrar alguém contra. ”

O abaixo-assinado passou por toda a cidade através da campanha Embu das Artes – Todo Mundo Quer, lançada pela prefeitura.

O plebiscito ocorreu em 1 de maio de 2011 e 66,48 por cento da população optou pela nova denominação.

Em 6 de setembro de 2011, o governador Geraldo Alckmin sancionou a Lei Estadual 14.537/11, que, oficialmente, passou a denominar o município como Embu das Artes

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